Posted by: nandadornelles on: November 18, 2009
ANYCHA!!!
10 Dias de Silêncio e Meditaçao Vipassana?! Sim, eu também duvidei, e com toda razão. Algumas pessoas são quietas,discretas, silenciosas, cuidadosas. Eu tenho a sutileza de um elefante e gooosto de falar mais do que um papagaio. Céus, quando foi que eu decidi embarcar nessa estória de silêncio, mesmo?!
Bom, 10 Dias de Silêncio e Meditaçao Vipassana têm muito mais de meditaçao do que de silêncio. Aliás, nos dois primeiros dias, eu sentia tanta dor no corpo pelas 11 horas diárias sentada em posição de lótus – sem mencionar a brabeza por ter que ouvir sozinha a minha mente falar pelos cotovelos recitando, incansável, dez mil vezes a mesma ladainha, os mesmo velhos problemas – que o silêncio passou batido. Aliás, eu adoraria um silêncio, se é que fosse possível fechar a minha matraca interna. Eu queria muuuito um silêncio, mas isto esbarrava não só no meu não-silêncio como em um pilar importante que a própria Vipassana ensina que é não querer ou rejeitar nada; simples e pura aceitação. Então, não teve jeito; eu baixei a cabeça e trabalhei duro até o bendito silêncio chegar, se instalar e se romper. Tudo muito naturalmente… ahhh, alívio!!! O resto é estória, senão pra boi dormir, que seja para nos fazer rir.
DA QUEBRA DO SILÊNCIO
Então, como eu ia dizendo, a minha pessoa e silêncio são palavras, idéias, existências, ações – ou no caso, ação e não-ação respectivamente – que não fazem sentido na mesma frase. Eu lembro durante a minha gloriosa trajetória pela Escola de 1° grau São José quando, bimestre a bimestre, ano ano, as notas mudavam, os professores mudavam, a sala mudava, a cor do boletim mudava, os colegas mudavam, o método de ensino mudava, o de avaliação mudava também, até a previsível recuperação em Matemática mudava, só não mudava o comentário da professora na fatídica entrega de boletins: “blá blá blá a Fernanda é muito conversadeira”. Pobre da minha mãe. Eu sou tenstemunha, ela tentou de tudo, pedia por favor, comprava estojo do Paraguai, mochila da Gang, deus-sabe-lá-mais-o-que com a desesperada intenção de me proporcionar um entretenimento um tanto mais individual e, consequentemente, mais silencioso. Ela devia sentir tanta vergonha, pura impotência diante do meu desejo absurdo e incontrolável de compartilhar o que eu penso, o que eu vejo, o que eu sinto. Imagina: testemunhar uma graça e rir sozinha é desperdiçar uma metade tão crucial da graça, algo como deixá-la passar sem a felicidade do riso! Daonde eu tirei a teoria de que felicidade mesmo é aquela que se pode compartilhar e, ato básico para isso; comunicação. Bom, aí, voltamos ao fato inexplicável de que eu não pensei em nada disso antes de me jogar na dita “life changing experience – 10 Dias de Silêncio e Meditaçao Vipassana” onde – eu não tive escolha – experimentei a graça em rir sozinha e, como quem volta de uma experiência de quase-morte valorizando imensamente mais a vida e cheia de estória pra contar; nada me faz calar.
Mas enquanto isso, numa terra distante cercada por montanhas, príncipes indianos e seus castelos…
… Era o sexto dia, a dor física já havia passado e eu já havia resbalado no pretendido silêncio desejando bom dia para uma lagartixa e soltando um “Uhoh!”de admiraçãoo ao ser supreendia por uma cobra gigantesca em seu caminho para algum lugar próximo ao meu dormitório. Ainda assim, o silêncio trouxe espaço para assobiar, pesquisar, remexer e futricar até encontrar dezenas de pequenos problemas não resolvidos; o tempo e o espaço disponível em mim para fechar ciclos, recuperar memórias importantes e dispensar outras nem tanto. Quando, mais uma vez, arregacei as mangas e meti a mão na massa para, só pelo luxo de viver melhor, levar uma vida mais leve, me livrar de mais uns certos cacos véios, meia dúzia de sonhos frustrados, uns medos e umas manias.
Lá vamos nóóóós!! Com toda cara e coragem de quem desconhece o amanhã, me deparo, sem rodeios, com um medo real; o de ser “pêga”. Sim, sabe né, eu fui muito marota. Mas não, assim, daquelas que aprontanta “uma que outra” de vez em quando. Eu exerci a minha marotice desde que comecei a interagir com o mundo. Isso inclui registros de sérias marotices desde a minha passagem pelo jardim da infância até… (bom, ao menos agora as pessoas não ligam mais pra minha casa para exigir explicação dos meus pais). Mas, ao mesmo tempo em que eu podia sair com a marotice mais desnecessária imprevisilvelmente, eu também sempre fui muito pura de coração, o que nunca – mas nunca meeesmo – contou a meu favor durante meus atos marotos. Como uma marota-marinheira de primeira viagem, eu sempre fui pêga, senão com a boca na botija – o que pode, sim, ser levado ao pé da letra, mas é outra estória – ou, então, eu deixaria minhas inconfundíveis marcas que não tardariam a conduzir até o autor da ação; eu, claro, sempre. Como tudo o que acontece repetidamente na vida, acaba que se constrói um padrão e, até hoje, se alguém telefonar numa hora suspeita, bater na porta ou me abordar de uma forma não usual, esperada e ou justificada, eu já vou sentindo um frio na barriga e quase que vou logo dizendo: “não fui eu.”
Até então, eu nem tinha me dado conta do quão real era o meu medo de ser pêga. Mas, de repente, bem no meio do meu nobre silêncio em Vipasana, eu me deparei sentindo frios na barriga toda vez que ouvia passos na direção do meu dormitório. Batata, era só eu ouvir os passos para começar a vasculhar a minha mente em busca do registro dos úlitmos atos. “Ai meu Deus, o que será que eu fiz? 1 – estou vestida decentemente, 2 – não estava desrespeitando o silêncio, 3 – não tenho comida escondida no quarto, 4 – nem celular, 5 – não pulei o portão nem a janela, não beijei o vizinho, não bati na Karin, não briguei com a Juli, escovei os dentes, não grudei meleca na parede, não usei drogas, paguei a conta do celular, não roubei, não matei… Ai meu Deus, será que eu esqueci de alguma coisa?!!!
– Toc Toc.
- Ahhii, siiiimmm, o que é?! (ahhhhhhh Não, céus, o que foi que eu fiz agora??!!!)
- O Discurso já vai começar! vamos!
- Ah, Uuuuufa, sim, claro, já tô indo – ahhh, essa foi por pouco!
E assim, sucessivamente, todos os dias, 3 vezes ao dia. Toca o sino principal e, eu sei, é melhor eu me apressar ou, em breve, passos na direção do meu quarto me tocam a vasculhar os registros da minha memória recente. Não só isso, o segundo aviso para o início do Discurso vem de uma sinetinha que a voluntária carrega na mão blim blim blim… – ai, céus, gente, igual a da Irmã Ivete avisando que é hora de entrar para a sala de aula; – nããão!! buááhhhhhh, eu quero a minha mãããe!!!!!!!! Se eu não me apresso, se eu não estou com o pé na porta, não tem nheco-nheco, não adianta, eu não nasci pra ganhar colher de chá, logo bate na minha porta:
- Algum problema?!
- Ahh, hã, sim, quer dizer, não, já estou indo. Uuufaaa, tá, é só isso…
Então, na manhã do sexto dia, minutos após o almoço, eu deito na minha cama com a forte intenção de desançar por meia hora – a final, quais são as minhas opções?! Não é possível batalhar nem um chiclete quem dirá um chocolate, não rola chá ou café, – e que graça teria, sem ninguém pra trocar uma idéia, bater um papo, comentar sobre a comida ou a paisagem?! Tudo conspira para uma nobre soneca; silêncio, barriga cheia, cansaço de quem acordou de madrugada para o primeiro cilco de meditação. Foi quando, segundos antes de cair no sono, o medo de ser pêga me acorda. Coração bate mais forte: “rápido, memória, registros, ai, céus, hoje, que dia, o que foi que eu, mas hã, será?!” Passos na direção do meu quarto. “Ai meu Deus, e agora, será o SPC, o Ministério da Fazenda – ah, eu sabia, aquela declaração do Imposto de Renda que ficou pendente, ou ah, sim, claro, cééééus, é a Ir. Anita!!!!!!!!!!! Ahhhhhh não pode ser, como ela me achou aqui, na Índia!!!???” Passos, cada vez mais próximos, um … depois o…. outro. “Ai céus, é sim aqui, comigo, vai bater na minha porta, vão chamar meu nome, ai céus, seré que fui eu?!” Passos, mais um, mais outro, agora bem perto da minha janela… mas ahh, porque a pessoa não me chama, não me acusa, não me prende de uma vez, mas acaba com esse sofrimento!?!?! E pronto, rompendo o nobre silêncio, um peido estrondoso acaba com a minha tortura; é a minha vizinha indiana compartilhando os frutos do seu não-tão-silencioso processo digestivo.
Eu não sei nem se eu conhecia a sensação de rir sozinha dessa maneira. Essa Vipassana é mesmo uma técnica muito poderosa. De uma só vez detonou com o meu medo – um tanto descabido a essa altura do campeonato, de ser pêga e punida pelas minhas peripécias – como com a minha idéia de que algo que não se pode compartilhar se vive pela metade. Eu vivi intensamente a graça do peido indiano e entendi o seu recado – alto e claro no meio de tanto silêncio: Deixa de ser boba, sozinha ou acompanhada, larga mão do passado e te caga de rir com o presente!
Posted by: nandadornelles on: October 21, 2009
…uma parada, um chái
… vista panorâmica, sim senhor
… trocando de trem
… quer conferir peso e altura: balança mágica – só não faz milagre, mas funciona!!!
… pensando bem, pode serLimonada Sem Gelo, obrigada!
…Happy Diwali!! – luzes, redores de Malad
…Happy Diwali – um lindo ragoli no Taj Mahal Palace Hotel
… Happy Diwali! compras de ultima hora!
…cais do Porto
O Portão da India! Seja bem-vindo!
Posted by: nandadornelles on: October 8, 2009
… Amanhecer
… só uma flor
… um dia nublado
… outro ponto de vista
… tá na mesa, pessoal
… a arte do sabor
… todo passo é um caminho
… quem vê cara não vê coração
Grata, Sempre!
HARI OM!
Posted by: nandadornelles on: October 2, 2009

Como está o seu coco?! Sim, isso mesmo. Não, você não me ouviu mal. Eu sei que a gente, em geral, evita falar sobre essas coisas e usar essas palavras. Mas se estamos, de fato, tão empenhados na construção de uma mundo melhor, precisamos colocar os pingos nos “is”, as cartas na mesa e meter a mão na massa – ou seria, na merd*?! Vamos lá, não fuja do assunto. Como está o seu coco?
Quando meus amigos começaram a saber da minha viagem à Índia, o que não faltou foi a clássica piada-ameaça sobre os padrões indianos de higiene e sobre como eu, fatalmente, acabaria experienciando a ausência do papel higiênico. Como eu ainda estava do ladode lá, e de lá não se pode ter idéia do respectivo significado prático, eu deixei eles falarem, me fiz de descolada mas no fundo, nutria um medinho pelo desconhecido que não tardou a se revelar… e, com a bênção das Deidades Indianas, de uma forma muito melhor do que eu poderia imaginar.
Papel higiênico existe, sim, e banheiro, do jeito que a gente conhece também. É, claro, não é o “normal”. Mas, se você vem à Índia como turista, poucas vezes vai se deparar com “o buraco”. Papel higiênico, provavelmente você encontrará no quarto do seu hotel – no caso de você ter feito uma boa escolha – mas em geral, está fora de cogitação. Se você ainda não transcendeu a importância deste item, é melhor carregá-lo com você. Agora, que tal uma pausa básica e deixar que os fatos se encaixem e tudo faça sentido antes que a nossa oportunidade de aprendizado se perca descarga abaixo.
Dispensar o papel higiênico é encarar, sem medo, as consequências das suas escolhas. Ser responsável pelos nossos atos parece pré-requsito básico para a vida adulta e em sociedade. Não precisamos nem queimar muito os miolos para encotrar alguns exemplos – sim, a começar olhando para o nosso umbigo – quantos não são os atos que permanecem sem autores. Assim, como se alguns atos acontecessem sozinhos, como manifestção superior – ou inferior, na maioria das vezes, já que créditos pelos grandes atos todos querem receber. Bem, então, a responsabilidade total, completa e incondicional pelos atos – e toda a questão da escolha inerente a cada ato – não é tão básica e óbvia como pode parecer e deveria ser. Assumir consequências, principalmente as mais imprevistas e desagradáveis é um super desafio ao ego que busca sempre se comprazer através das nossas ações e que, às vezes, pode até acabar se rebelando feito um burro teimoso no caso de forçado a assumir as responsabilidades intrínsecas ao ato e/ou escolha. Afinal, toda ação tem uma reação e você – sim, eu, você; todos nós, somos responsáveis por elas.
A cadeia de ação e reação é infinita. A consequência do seu ato nunca é somente a que se revela direta e conectadamente. Também a ação do meu vizinho, do meu irmão e do Sr. João é parte manifesta de algum resultado de alguma ação, entre elas a minha e a sua. Aí é que o buraco fica mais embaixo e todo mundo tira o corpo fora e o mundo acaba indo parar do jeito que está. Porque afinal, se eu não paro para pensar, analisar, reavaliar – e quem sabe, numa hipótese linda, mudar – as minhas ações considerando o impacto que elas têm na vida do meu vizinho e do pobre do bichinho, então, acaba que tudo pode. Quando olhamos pro lado e vemos o outro agindo deliberadamente, e ainda nossa capacidade de reflexão só alcança a consequência imediata, então, “ah, qual é o problema?” – Afinal, o que é um peido pra quem está cagado? Bem… como esse texto gira em torno do coco mesmo, um peido para quem está cagado, no final das contas, pode fazer diferença, sim. Principalmente, se considerarmos quantos milhares de nós participam da experiência na Terra e compartilham de semelhantes processos de evolução – ou tentativas de – e merecem usufruir dos mesmos recursos naturais que eu e você apesar de todas as outras diferenças que nos tornam únicos.

Não usar papel higiênico engloba o entendimento de toda a cadeia da Responsabilidade e oferece uma leveza tripla para o praticante. Assim oh; quando você mete a mão na merda você:
1° – dispensa o papel higiênico = deixa de contribuir com a indústria do desmatamento + em lugares sem o devido tratamento de esgoto, você deixa de poluir uma importante parte do meio ambiente com o seu papel borrado, afinal, ele vai acabar no arroio ou rio mais próximo, reduzir a qualidade de vida dos serzinhos que vivem lá – quando não, acabando com esta - e roubar a pureza de um elemento básico da natureza que deveria ser inesgotável fonte de vida + todas as outras maiores e menores consequências naturais que a poluição causa;
2° – quando você enfrenta o seu coco sem medo (sim, coloando a mão na merda) você percebe que faz diferença, sim, o que você come e, aí, uma outra grande cadeia começa. Ainda sem a devida analogia com as demais grandes escolhas que regem as nossas vidas, dispensar o papel higiênico e assumir o resultado da escolha da sua última refeição é um lindo primeiro momento de reavaliação de valores. Sim. Porque, você pode muito bem não se importar em ter que “enfrentar” um coco desagradável (preciso descrever um coco desagradavel?) como resultado daquela refeição “deliciosa”, daquele pedaço de carne sangrento e gorduroso, daquela massa colenta, daquele snack cheio de corante e ingredientes manipulados com luvas e óculos protetores em laboratórios, ou, da simples gula. Tudo bem, não tem problema nenhum, mesmo, não vai ser nem pecado, se você assumir a consequência como manifestação indiscutível do quão importante a concessão dessa liberdade te faz que você não mede esforços para pagar o preço. Agora, sem fazer aquela cara de nojo, viu! Sabe né, até mesmo o cheiro pode te fazer desisitir de meter a mão na merda… bom, aí, de repente você passa a valorizar mais a sua tranquilidade na hora de encarar o resultado da sua escolha e aí… o único caminho é repensando as suas escolhas. Me diga, o que foi que você comeu? Depois que você dispensa o papel higiênico, você pensa duas vezes antes de comer. Se você quer um coco bonito e cheiroso, consistente mas não difícil, uma peça única – se é que você me entende – aí, bom mesmo é buscar na natureza os alimentos para colorir o nosso prato e não desagradar tanto o noso olfato e, agora também, o nosso tato, quando o resultado vier.

Ainda usando o nosso coco como base para a analogia posterior. Depois que você passa desse primeiro estágio de análise e assume as devidas responsabilidades, chega a hora do comprometimento com algo maior – nesse caso, ainda o coco. Quando você descobre o que é necessário para ter o coco do jeitinho que você quer, você passa a diminuir o valor de tudo mais que impede este resultado e que, geralmente, está direta e fortemente ligado ao seu ego. Por exemplo, aquela carne, aquela massa, o doce, o salgadinho, o refrigerante e o energético que o seu ego insiste em “dizer” que você precisa, passam a ser questionados. (Este momento é Lindo! Um ego sendo enfraquecido por um… coco!!! Essa é mesmo muito boa!! Aí dá pra ter uma idéia do que nosso ego é feito e a que ele tende a nos tranformar no caso de uma não-supervisão mínima!) Passar a se alimentar pensando no coco também faz você comer mais devagar, mastigar bem, sentir o processo de digestão, incentivar o seu corpo a receber o alimento escolhido cuidadosamente. É a consicência da consequência desde o início da ação. É saber quanto de aproveitamento e de desnecessário contém cada bocada, quanto de energia e quanto de trabalho você está oferendo ao seu corpo, quanto é amor, quanto é doce ilusão.
Passando, então, para as analogias, poderíamos entender que o nosso coco está em todo lugar como resultado básico, natural e inevitável das nossas ações; das mais simples escolhas às mais importantes decisões. Nosso coco, com suas mais variadas características, vai influenciar, positiva ou negativamente, outras formas de vida. Se chegamos ao ponto de dispensar o papel higiênico, quantos outros recursos mais – totalmente dispensáveis, ou ao menos questionáveis – fazem parte de nossa “cesta básica” e só acabam por poluir a nossa vida, abarrotar a nossa dispensa, contaminar o nosso corpo, prejudicar o meio ambiente, sabotar a nossa felicidade fortalecendo o nosso ego?!

A consciência do nosso coco pode ser um exercício de yoga considerando que ela nos faz estar presentes Aqui e Agora, agindo menos por impulso e com mais intenção. É estar completo no processo da existência, é estar em si pro que der e “vier”, literalmente. É o exercício do amor ao próximo, do desapêgo, da conexão com o Todo. Assim, o benefício é socio-ambiental, emocional e físico que se manifestam em um lindo círculo virtuoso: Você faz a sua parte pensando no meio ambiente → se sente mais leve, mais, naturalmente, alegre (menos culpas pra carregar=menos ansiedade pra lidar) → mais atos passam a ser gerados através da inspiração amorosa → comer passa a ser uma necessidade fisiológica e não uma descarga emocional→ se a necessidade é fisiológica seu foco está na qualidade e não na quantidade → comer menos e melhor contribui mais uma vez com o meio abiente (menos embalagens, nemos lixo e sobra mais para os outros (vamos lembrar de repartir o pão= mais senso de coletividade) → mais uma vez, menos culpas, menos ansiedade →O que gera tranquilidade (física e mental) para Meditação (oh o coco facilitando a prática do Yoga) → mais espaço interno e serenidade para encarar assuntos importantes → se deparar com a sua essência e ver que importante mesmo é estar aqui e agora (onde não existe problemas, lembra?!) → aí, com esse tempo livre (agora não mais ocupado com tanta desnecessariedade) de repente, se é da sua personalidade, se engajar em alguma causa e dar uma forcinha para quem de fato precisa → exercitando o amor ao próximo você ama ainda mais a si mesmo e valoriza ainda mais a sua existência e o mundo ao seu redor → mais felicidade pro seu lar → mais consciência e amor na hora de cozinhar → tranquilidade na hora de cagar… quando você se dá conta onde tudo isto começou, reforçando e confirmando a beleza do processo uma vez mais. É o seu coco servindo de inspiração para um mundo melhor.

Bom, como tudo nessa vida é uma questão de processos e todos começam pela básica e santa consciência, eu somo meus esforços para fazer a minha parte com dignidade. Graças à Índia e sua simplicidade, eu aprendo a comer com a mão, rezar antes, durante e depois das refeições, comer e beber só o que a Mãe Terra oferece como promessa de um coco melhor. Exercito as ferramentas que Deus me deu – minhas maozinhas – para encarar as últimas consequências do meu estilo de vida enquanto caminho para o descarte definitivo do papel higiênico. Quanto a usar o “buraco”; bem… ainda preciso melhorar o meu desempenho em alguns ásanas – para garantir um conforto básico durante o ato – e muita meditação para me liberar dos últimos vestígios de preconceito e/ou perder o medo do “monstro” que leva aquele pedacinho, agora tão querido, de mim.

Posted by: nandadornelles on: September 16, 2009
Então tá, chega de bancar a turista.
Hoje vou para o Ashram – claro, sem internet, né pessoal – então, os posts se limitarão aos meus dias off (1 vez por semana), assim como, respostas a e-mails.
Not a worry – nossas almas estão conectadas, eu recebo todo o amor e a força. Obrigada!! Sintam-se sempre amados, todos vocêS, sempre, no meu coração – com carinho, os meus melhores pensamentos!
Miss u guys already!
See u later!
!Namastê!
– Shree Sunder NArayan Temple – main deity is of Lord Vishnu also called Narayana towards Godavari River – Nashik
Posted by: nandadornelles on: September 16, 2009
Eu ainda não sei o que pensar. Preciso é de muito estudo e explicação para entender o que acontece nesse canto do mundo.

Houve um dia que eu pedi coragem e, hoje tenho certeza que, o Nosso Senhor me atendeu, talvez, já sabendo que um dia eu haveria de ver de perto o que vi e, sem ela, eu voltaria correndo pro aconchêgo ilusório do meu lar. Um dia eu pedi coragem para seguir o caminho sem saber exatamente qual seria, sem nunca imaginar que eu testemunharia as manifestações mais puras do que vem de Deus. Agora, o que há em mim é uma espontânea oração, um pedido de perdão por tadas as vezes que julguei não ser vista por Deus, por me deixar consumir por dores tão absurdamentepequenas impossíveis de comparar com a pobreza, a sujeira, a falta de qualquer coisa externa mas ainda tão humanamente belo representado por uma quantidade incontável de sorrisos. Vergonha é o que eu sinto por todo os desejos alimentados, por toda posse, por toda gula, pelo medo, por qualquer dúvida.
O que me encanta é também o que me choca. O ser humano não deve ser feito só de beleza e aromas como busca parecer. A nossa matriz deve, sim, estar na Luz, na perfeição e, à sua semelhança, nossa alma e essência pertencem. Mas há de ser que a passagem pela Terra promova a transmutação de tudo mais que não vibra na energia do Eu Divino e, sendo assim, não pode pretender já ser algo que apenas almeja ser. A beleza das roupas, dos prédios, das ruas, dos parques, o luxo dos carros, a limpeza aparente das calçadas, o aroma dos perfumes, todo o lixo que se esconde, toda a feiúra que se disfarça; a quem se quer enganar? Basicamente, manifestações do desejo de algo que, com sorte, ainda haveremos de experimentar. Mas agora, ao nosso redor, é a antecipação do belo indescritível que um dia há de se manifestar.

Se olho para trás, se olho para lá de onde eu vim, o que eu vejo é um desperdício imenso de energia, de pensamento, de tempo, de dinheiro na busca insana por tentar reproduzir algo tão belo que nem em nossos melhores e mais audases sonhos podemos conceber. E assim, corremos atrás de tudo que pode nos tornar mais bonitos por fora, fazer de flores o chão que pisamos sem nos darmos conta o quanto tudo isso só faz nos aprisionar aos sentidos e à ilusão de que diante de nós estaria o alcance máximo da nossa potencialidade.
Se não é verdade que o que viemos transmutar na Terra é feio e cheira mal, porque é então que isso nos assusta e com remédio e leis e medidas de segurança e muros e perfumes tentamos desesperadamente disfarçar? Não trancamos a respiração quando o caminhão do lixo começa a passar? Não fechamos os olhos quando uma criança inocente a falta de saúde começa a manifestar? Para qual lado olhamos entre a construção do rico e o amontoado de trapos do pobre? Não torcemos o nariz quando a comida não traz o prazer desejado através do nosso paladar? Por que permitimos a cobiça e a vaidade girar a nossa cabeça e guiar nossos passos? Por que o medo de parecermos o que realmente somos? Por que não assumir, honestamente, o que é real e, a partir daí, construírmos os caminhos e abrirmos as portas para o que é eterno? Por que o medo de sermos feios ou sujos ou mal cheirosos nos move na direção oposta, na direção que muda apenas o que vemos e exibimos mas não o que somos?

O que me encanta e me choca é saber que isso é real. É o completo não-desejo, a total devoção. O feio que não agride, o mau cheiro que não encomoda. Porque é real e, com a graça de algum Deus, um dia há de se esgotar, assim como, toda e qualquer manifestação do Eu que não é Divino e precisa se purificar.
Senhor, me permite te ver e te sentir com os olhos dessa gente que só faz viver perto de Ti. Me permite a descoberta da verdade que alimenta o contentamento puro desse povo que nada tem a não ser a fé na Tua existência e na Tua internvenção infinita e justa. Que o entendimento de tudo o que me causa tamanha estranheza e encantamento hoje, aconteça naturalmente em meu coração na medida em que Tu nele passe a habitar.
Posted by: nandadornelles on: September 15, 2009
Tá, ele é o Brad Pitt da India, ou até mais porque canta dança e conquista todos os coraçoes…
já conquistou o meu!
As musicas são tudo de bom. Se consegue legenda em ingles, as letras são bonitas mesmo!
LIIINDOOO!

Posted by: nandadornelles on: September 15, 2009
Uma investigação mais apurada e as decisões podem ser melhor tomadas. A garrafa aberta pelo room-service não contém nenhuma das garrinhas do lacre, tampouco vestígios destas enquanto as outras duas garrafas vazias que estavam na minha lata de lixo e que fui eu quem abriu ainda têm. A tampa da suspeita garrafa está suja, marquinhas pretas que tenho medo de pensar como e onde surgiram. E, mais importante e evidente – fora a dor na minha barriga – umas coisinhas brancas presentes na água… uns floquinhos tipo de água de côco… ai, céus, seriam coliformes fecais?! Pânico. Que testar a minha fé o que, eu já estou na Índia, sozinha, eu já tenho testes suficientes e adoro a minha fé do jeitinho que ela é! Eu vou é falar com o gerente, Sunny, esse sim, meu amigo indiano.
Posted by: nandadornelles on: September 15, 2009
Olha o exercício da fé, aíh, geente!
Hoje, pedi a minha garrafa de água mineral complementary junto com o meu café da manhã – que é servido no quarto ao meu sinal – e o meu amigo indiano-room service fez a gentileza de abrí-la para mim. O que, em qualquer lugar do mundo, não seria motivo para maiores preocupações. Mas, pára tudo! Estou na Índia e, de todos os conselhos que recebi, o que mais me foi pedido: cuidado com a água. Pois bem. Como não fui eu quem abriu o lacre da garrafa, agora eu experimento uma dorzinha de barriga que não saberia dizer se é de de beber água mal-tratada, pranóia ou falta de fé. Afinal, não seria uma colônia de bactérias a me derrubar a essa altura do campeonato!?… ou seria?!
Eu quero saber, o que você faria:
1 – Entenderia isso como uma provação e beberia toda a garrafa de água mentalizando que o indiano não seria capaz de tamanha maldade e, mesmo que ele fosse, você exercitaria confiança e perdão como virtudes básicas de sobrevivência;
2 – Rezaria para descobrir que a sua capacidade de assimilar uma água mal-trata (ou, seriamente, contaminada) é proporcional ao tamanho da sua fé;
3 – Beberia o suficiente para, sendo o caso, desencadear uma dor de barriga e, então, sair atrás dos culpados exigindo soluções;
4 – Se contentaria em saber que a sua fé já é linda e não precisa dessas tolices para se manifestar, encerraria a paranóia e a patetice comprando outra garrafa de água e seguindo com a sua vida.
Posted by: nandadornelles on: September 15, 2009

Eu não me considerava – o que, certamente, se extende para padrões internacionais – uma pessoa com fé. Ao contrário. Até pouquíssimo tempo atrás, tudo na minha vida era uma questão de análise, estabelecimento de metas, desenvolvimento de um plano, execução e avaliação. Eu adorava ser assim e as coisas pareciam funcionar. Eu passava de ano – mesmo de raspão em matemática e física – eu, eventualmente, chegava ao peso desejado, administrava turmas diferentes de amigos, meu lado intelectual, aventureiro, família, romântico, bagunceiro e, claro, o festeiro com aparente equilíbrio. Ainda fruto do meu sistêmico processo mental, eu passei no vestibular da Universidade Federal, eu manejei despesas e responsibilidades com diferentes flatmates – o que já é bem discutível o quão bem sucedidas foram algumas dessas experiências, mas enfim, com a ajuda da minha família eu sobrevivi – eu abri uma empresa, estruturei minha independência financeira e minha auto-confiança… e… ponto. No meu caso, não era possível ir mais longe sem fé. É verdade que, se olho para trás, ainda antes, alguns pontos importantes se desenvolveram com base em uma fé inicial, mas tão incial que só era perceptível no momento da súplica ou do desespero, de joelhos em frente ao altar mais próximo. Tão logo o pedido se realizava, eu voltava a minha vida “real” que, absolutamente, não tinha espaço para o cumprimento da promessa. Por falta de fé, por não cumprir a promessa ou por simples erro no sistema, as coisas na minha vida não pareciam ir muito longe. Todas emperravam em um mesmo dado momento onde a fé, e tudo mais que vem com ela, mostrava o seu porquê; só eu é que não conseguia ver.
Quando eu falo em fé, não falo em nenhum Deus específico. Não faço apologia a nenhuma religião ou crença. Até porque, se você me perguntar se eu acredito em Deus, respondo um sim bem grande e forte. Mas, se me perguntar em qual, eu fico muda. O Deus em que acredito tem todos os nomes, é de todas as cores e atende a todas as preces indistintamente. Eu posso simpatizar mais com uma filosofia de vida do que com outra, pode me serem mais sensíveis os rituais de uma religião do que de outra, por vezes, posso não concordar com o que algumas delas fazem com os seus fiéis – até porque o meu Deus aprecia e suporta a capacidade de discernimento, análise e escolha como exercício divino do livre-arbítrio. Mas basicamente, a fé que eu vivo hoje, a fé que começou a se revelar e, diariamente, se constrói em mim não tem logomarca, slogan ou sede. O que faz com que meus olhos e meu coração permaneçam abertos para tudo e capazes de transformar na verdade que urge se manifestar até o insulto que se ousa dizer. Ou, assim eu espero…

Então, um dia, durante um cerimonial de chama violeta que eu fazia para a Realização do Plano Divino em minha viagem para a Australia na Igreja do Divino Espírito Santo, em Porto Alegre, se aproxima de mim essas senhoras. Eram duas voluntárias da Igreja que se ofereciam para somar forças às preces do fiéis. Havia um certo número deles naquela manhã e eu nem pensei que a mim, sem nenhuma grande pedra a ser removida, seria oferecida a forcinha extra. Pois, elas se aproximaram, primeiro uma – a mais simpática – depois a outra. Me perguntaram qual era a minha prece e quando eu falei, sem o menor constrangimento – afinal, qual poderia ser o problema – que estava fazendo um Cerimonial de Chama Violeta (a minha vela de 7 dias violeta chamava a atenção entre todas as outras dezenas de velas brancas próximas ao altar) para Saint German pedindo a realização do Plano Divino em minha viagem, a segunda senhora – a menos simpática – fez uma cara torta e disse: – “Ah, então você não é católica?!” Eu não sabia muito bem o que pensar. Será que, se eu explicasse as minhas crenças e não me auto-intitulasse católica, eu não seria mais merecedora da sua oração? Por via das dúvidas e considerando que elas não deveriam dispor da manhã toda e que, afinal, outros haveriam de necessitar mais da oração adicional do que eu, respondi tão rápido quanto possível: -“sou, sim”. O que, de fato, não era nenhuma mentira ou a minha prece não teria sido ouvida considerando que eu estaria quebrando o *?* Mandamento (opa!! não existe nenhum Mandamento sobre falar a verdade?!). Assim, também a senhora exercitou a sua fé e, considerando o *?* Mandamento (e a sugestão de Amar o próximo como a ti mesmo, não é um Mandamento?!), com uma mão sobre a minha mão e a outra sobre o meu chakra cardíaco com tamanha devoção que eu chorei. Quando ela terminou, fez-se um breve e gostoso silêncio que ela quebrou com um sorriso no rosto e um olhar que via atrávés de mim: – “é incrível o tamanho da sua fé. É linda a fé com que você realiza essa viagem.” É verdade, nos últimos anos eu havia descoberto e vivenciado a minha fé, mas eu ainda não tinha idéia do que ela estava falando. Até quando me permiti imaginar o que aquela afirmação poderia significar, meu cérebro só trazia belas imagens como se a fé fosse se manifestar através de um bilhete premiado de loteria. O que não deixa de ser verdade como figura de linguagem para o que acontece quando dedicamos nossa vida ao Sagrado, mas, ainda assim, mera metáfora para um segundo e, às vezes, bem demorado, momento.
A segunda vez que a minha “forte” fé esteve em pauta, foi minha amiga Anita que lia de um livro a descrição do meu “tipo” considerando a combinação entre meu signo e meu ano de nascimento. Eu estranhei que sempre adorei esses assuntos e nunca, até então – fosse mapa astral, revolução solar ou horóscopo de jornal – a minha fé havia sido mencionada. Quando espiei o que dizia o sagitário 1981, pensei que se aplicava melhor a minha pessoa e desejei ter nascido um ano antes. Mas, obviamente, não havia nada que eu pudesse fazer e a mim cabia algo mais ou menos assim: “a sua fé é o que há de mais forte te conduzindo confiante até o último momento, memso quando tudo mais parece mostrar o contrário. Com a sua fé você vai até o fim.” Não que as coisas não estivessem boas – afinal, eu estava em Byron Bay por 8 dias em uma Feira de Escritores – mas, digamos que, a minha fé passava por uma série de provações e eu até me perguntava qual era o real tamanho da minha fé na minha própria fé e para qual delas se aplicava os acontecimentos em questão.
Melhor não surrar o cavalo antes de o potrilho nascer, mas, me parece que o pior passou e minha fé, assim como, a fé na minha fé estão bem, obrigada. Não sem alguns arranhões – coisa básica para quem está na chuva para se molhar (auauau uma salada de fruta de ditados populares) – mas o que não me derruba é o que me faz mais forte! O que quero dizer é que, finalmente, entendi a função da fé para ultrapassar aquele ponto em que eu parecia emperrar tantas outras vezes até então. Tem a ver com uma certeza que acontece dentro do seu peito. É algo quase tangível que te move pra frente, te faz manter a cabeça erguida mesmo se houver de cair em um choro de súplica. Você sabe, a partir de algo maior, que não está sozinho e dramas menores como perder o emprego, não encontrar um emprego, se afastar de um grande amor, não ter uma coisa ou outra, engordar ou emagrecer, fazer as unhas, cuidar do cabelo, o carro, a bicicleta, a roupa, nada… absolutamente nada pode te tirar essa paz, essa confiança é o que te impede de temer. E então o não-temor abre essa porta linda e mágica para uma outra dimensão em que tudo o que te pertence se movimenta e eventualmente chega as tuas mãos sem nem mesmo você ter pedido com todas as palavras. Eu penso, seriamente, que essa sensação é o céu de que a Bíblia fala. Eu acredito que a história de irmos para o céu como recompensa pelo bom desempenho de toda um vida é apenas mais uma figura de linguagem. Para mim, o céu é a paz que nos permite apreciar as coisas boas da vida. Céu, azul, paz, nuvens fofas, conforto, luz, confiança, certeza, merecimento, plenitude, existência, desprendimento, vôo, Ser. O Céu deve ser um presente que se possa aproveitar e para tanto deve ser conquistado aqui, na Terra. Não é isso que diz a oração “que seja feita a Vossa vontade assim na Terra como no Céu”?! E como todo céu, às vezes hão de chegar as nuvens e trovoar e relampejar e reorganizar nossas idéias, sentimentos e pensamentos e nos fazer melhores e ainda mais preparados para mais uma vez o céu azul e limpo apreciar.
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… Ainda me pergunto; o que foi será que a senhora não-tão-simpática viu aquele dia na igreja. Será que foi um trailler do “Desafio I – aprendendo um novo idioma”, ou o “Desafio II – re-aprendendo a viver sozinha” ou “O Desafio Maior – a garçonete no caminho da maestria ” ou “O Grande Desafio –quero ver fazer tudo de novo em um pé só e com a mão nas costas… na Índia”!?
Me rolando de rir porque, como dizia meu amigo Fábio Jr, “… tudo é uma grande brincadeira, cada drama é só o nosso modo de ver porque na verdade a vida vai nos mostrando o que nós mesmos vamos criando com o nosso poder de crer.”
